quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Cadeira n° 22

PATRONO

OTELO CAÇADOR (Otelo Caçador da Silveira, Rio de Janeiro-RJ, 30/11/1925 – Rio de Janeiro-RJ, 24/01/2006) – Jornalista e cartunista, tinha um senso de humor fora do comum. Na coluna Penalty, que assinou por muitos anos, o Diploma de Sofredor e o Placar Moral fizeram estrondoso sucesso. Torcedor confesso do Flamengo, no seu placar moral o time rubro-negro sempre merecia ter vencido. O êxito das páginas de jornais resultou n’O Livro Negro do Penalty, publicado em 1963, com nova edição dez anos depois.


MEMBRO FUNDADOR

CLAUDIO ARAGÃO (Antonio Claudio Aragão de Souza, Santa Quitéria-CE, 13/08/1957) – Embora nascido no Ceará, ainda criança mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde passou a residir no Parque Proletário da Penha. Depois foi para Duque de Caxias, onde reside até hoje. Começou a trabalhar muito cedo, em feiras, fábrica de cintos, na construção civil e, desde 1980, em restaurantes. Mas nunca deixou os estudos. Carlos Trindade, seu primeiro professor de literatura, foi um grande incentivador, tendo decisiva contribuição para que Claudio seguisse o curso de Letras, na Univeresidade Santa Úrsula. Mais tarde, outros mestres foram importantes na sua caminhada, como Junito Brandão, Wira Selanski e Ivan Cavalcanti Proença. Ainda na Universidade, participou da revista de poesias Quintal Literal e publicou seu primeiro livro – Lume de Poema. Em 1988, teve poesias suas incluídas no livro Studia Ucranica, publicado no Canadá. Também é conhecido como “o poeta da bola” pelos inúmeros cordéis que já escreveu sobre o futebol.


O futebol na literatura

1994 – História dos clubes de futebol: Botafogo

1995 – Flamengo, o mais querido

1999 – A história do Clube de Regatas Vasco da Gama

2000 – A história do Fluminense Foot Ball Club em cordel

2002 – A história da Seleção Brasileira em cordel

2002 – A história do Fluminense em cordel

2003 – A história do Vasco da Gama em cordel

2004 – A história do Botafogo em cordel

2004 – A história do Corinthians em cordel

2013 – Futebol encantado: a história da Seleção Brasileira em cordel

2014 – A Vingança do Arqueiro Negro

2015 – Lutércio: com a bola no pé, craque da Vila São José

2019 – Tabelou driblou 2 zagueiros; Futebol em prosa e verso

2020 – Prosopopéias de Mané Garrincha

2022 – A história do Botafogo em literatura de cordel (3ª edição)

Cadeira nº 21

PATRONO

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE (Carlos Drummond de Andrade, Itabira - MG, 31/10/1902 – Rio de Janeiro - RJ, 17/08/1987) - Autor pertencente à segunda fase do modernismo brasileiro, Drummond apresenta uma poesia com liberdade formal e temática sociopolítica. No entanto, seus textos são marcados, principalmente, por temas do cotidiano, que, mesmo culturalmente localizados, assumem um caráter universal. O poeta, ganhador do Prêmio Jabuti, no Brasil, e do Prêmio Morgado de Mateus, em Portugal, escreveu várias crônicas de futebol que, em 2002, foram reunidas em livro, com o título Quando é Dia de Futebol (org. Luís Maurício Drummond e Pedro Augusto Drummond).


MEMBRO EFETIVO (2º OCUPANTE)


FATIMA MARTIN RODRIGUES FERREIRA ANTUNES
 (Fatima Martin Rodrigues Ferreira Antunes, São Paulo – SP, 27/02/1963) – Formada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, desde 1987 Fatima se dedica aos estudos sobre futebol no campo da História e da Sociologia da Cultura, movida pelo desejo de elevá-lo ao posto de tema relevante e respeitado nas Ciências Humanas. Em sua atuação como socióloga no Departamento do Patrimônio Histórico da cidade de São Paulo, teve a oportunidade de desenvolver estudos de tombamento de estádios e clubes dedicados ao futebol, como patrimônio cultural, sua preservação e valorização.

O futebol na literatura

1999 – Futebol: espetáculo do século (escreveu o capítulo Nelson Rodrigues e a emancipação do homem brasileiro: de vira-latas a moleque genial).

2004 – “Com brasileiro, não há quem possa!”: futebol e identidade nacional em José Lins do Rêgo, Mário Filho e Nelson Rodrigues.

2013 – São Paulo, das tribos indígenas às tribos urbanas (escreveu o capítulo Práticas esportivas e o predomínio do futebol: 1870 – 1840).

2014 – Futebol objeto das ciências humanas (escreveu o capítulo Lalau no Chile. Uma leitura das crônicas de Stanislaw Ponte Preta na Copa de 1962).

2021 – Futebol e mundos do trabalho no Brasil (escreveu o capítulo A influência britânica na formação dos clubes de fábrica em São Paulo).


MEMBRO FUNDADOR

LUÍS FERNANDO VERISSIMO (Luís Fernando Verissimo, Porto Alegre - RS, 26/09/1936 - Porto Alegre - RS, 30/08/2025) – Escritor famoso por suas crônicas e contos de humor, era também jornalista, tradutor, roteirista de programas para televisão e músico. A partir de 1969, passou a assinar sua própria coluna diária. No mesmo ano começou a redigir para a agência de publicidade MPM Propaganda. Entre 1970 e 1975, trabalhou na Folha da Manhã, escrevendo sobre esporte, música, cinema, literatura e política. Seus contos eram sempre bem humorados. Em 1973, publicou seu primeiro livro: O Popular, uma coletânea de textos já publicados nos jornais onde trabalhou. Foi o pontapé inicial de uma trajetória brilhante na literatura, com alguns trabalhos dedicados ao futebol. Em 1981, lançou, na Feira do Livro de Porto Alegre, o livro de crônicas O Analista de Bagé, que se esgotou em dois dias. Em 2003, seu livro Clube dos Anjos, na versão em inglês (The Club of Angels), foi escolhido pela New York Public Library, um dos 25 melhores livros do ano. Em 2004, recebeu o Prix Deus Oceans do Festival de Culturas Latinas de Biarritz, França. Recebeu o prêmio Juca Pato e foi considerado o Intelectual do ano pela União Brasileira de Escritores em 1997. Em 21/11/2012, o escritor foi internado no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, em consequência do agravamento de uma gripe do tipo influenza A. Em 2022 foi homenageado, pelos seus 86 anos de vida, com uma exposição que reuniu 92 trabalhos de cartunistas chargistas, quadrinistas e ilustradores de várias partes do país. Veríssimo foi representado pelos filhos, pois ainda se recupera de um AVC que sofreu em 2021. Com a saúde debilitada, não resistiu às consequências de uma pneumonia e veio a falecer em Porto Alegre, na madrugada do dia 30 de agosto de 2025, no Hospital Moinhos de Vento, onde estava internado desde o dia 11 de maio.

O futebol na literatura

1989 - Ed Mort: o sequestro do zagueiro central (com Miguel Paiva)

1994 - América

1999 – A Eterna Privação do Zagueiro Absoluto: as melhores crônicas de futebol, cinema e literatura

2000 – Comédias da vida pública

2004 – Internacional ou Autobiografia de uma Paixão

2010 – Time dos Sonhos: poesia, paixão e futebol

2010 – Internacional: livro oficial do centenário (com Cláudio Dienstmann e Leonid Streliaev)

2010 – O cachorro que jogava na ponta esquerda

Cadeira n° 20

PATRONO 

PEDRO ZAMORA (Jocelyn Barreto Brasil Lima, Sobral-CE, 03/06/1908 – Fortaleza-CE, 08/06/1999) – Jornalista, escritor e oficial da Força Aérea Brasileira, adotou o pseudônimo de Pedro Zamora quando foi trabalhar no Jornal dos Sports, por estar vivendo na clandestinidade em razão da Revolução de 1964, mantendo este pseudônimo nos livros que escreveu sobre futebol, como A Hora e A Vez de João Saldanha (1969), Tim, o Estrategista (1969), O Livro de Tostão (1970), Assim Falou Neném Prancha (1975) e Você Pensa que Entende de Futebol? Eu Também (1997) (Fonte: Bibliofut, de Domingos Antônio D’Angelo e Ademir Takara).


MEMBRO FUNDADOR


IVAN SOTER (Ivan Soter de Oliveira, Rio de Janeiro-RJ, 14/05/1939) – Aposentado do Ministério da Economia, Ivan Soter é pesquisador do futebol. Um dos principais estudiosos da história da Seleção Brasileira de futebol masculina, tem seis livros publicados, quatro com as fichas dos jogos do Brasil. É membro do Memofut - Grupo Literatura e Memória do Futebol. Mas o seu tempo não é dedicado somente às pesquisas. Desenhista e pintor, tem um site (ivansoter.com) e manda trabalhos para o Instagram (ivan_soter). Ivan Soter tem formação na Academia Militar das Agulhas Negras, 1962; Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, 1968; Centre Privé d’Informatique et Automatique (analista de sistema, 1980, formador de formadores, 1983, concepção de sistemas de informação, 1990), Universidade Cândido Mendes (pós-graduação em História do Brasil, 2003; pós-graduação em História do Século XX, 2004).


O futebol na literatura

1995 - Enciclopédia da Seleção – As Seleções Brasileiras de Futebol (1914 – 1994)

2002 - Enciclopédia da Seleção – As Seleções Brasileiras de Futebol (1914 – 2002)

2006 - Todos os jogos do Brasil (co-autoria)

2008 - Quando a bola era redonda

2013 - Polêmica: o agridoce sabor do futebol

2014 – Enciclopédia da Seleção:  100 anos de Seleção Brasileira de Futebol (1914 – 2014)


Cadeira n° 19

PATRONO

ORLANDO DUARTE (Orlando Duarte de Figueiredo, Rancharia-SP, 18/02/1932 – São Paulo-SP, 15/12/2020) -Jornalista, escreveu a Enciclopédia de todas as Copas, e mais de 33 livros sobre o futebol e outros esportes, dentre os quais A Caminho do Tri, Pelé O Supercampeão, Fried versus Pelé (em parceria com Severino Filho), Futebol Histórias e Regras, Todas as Copas do Mundo (com reedições ampliadas), Enciclopédia dos Mundiais de Futebol, Lusa: Uma História de Amor, Palmeiras: o Alviverde imponente e Corinthians: o Time da Fiel (com João Batista Tureta). Orlando Duarte trabalhou nos principais veículos de comunicação de São Paulo, em mais de 60 anos de carreira. Faleceu aos 88 anos (Fonte:Museu do Futebol).


MEMBRO FUNDADOR

SEVERINO FILHO - BUIM (Severino Gomes de Oliveira Filho, Teresina-PI, 21/02/1961) – Cronista esportivo há mais de 40 anos, Severino Filho entrou para a literatura do futebol em 1990. Foi correspondente da Revista Placar, ocasião em que figurou como um dos vencedores do Prêmio Abril de Jornalismo, em 1995, e consultor na primeira edição especial Tira-Teima. Possuidor de um grande acervo de futebol, guarda no seu museu particular o apito utilizado pelo árbitro Armando Marques no jogo inaugural do Estádio Olímpico de Munique e uma das bolas do jogo Fluminense x Palmeiras, pela Copa dos Campeões, disputado no dia em que o Tricolor das Laranjeiras completava exatos 100 anos (21/07/2002). Além dos livros referentes ao futebol que publicou, fundou e editou o jornal Tribuna Esportiva e a revista Podium. No jornalismo piauiense, é premiado com o Prêmio de Jornalismo Carlos Castelo Branco (Governo do Estado) e Concurso de Reportagem Paulo de Tarso Moraes (Prefeitura de Teresina). Coordenador de Esportes da Rádio Pioneira de Teresina, também é concursado do Tribunal de Justiça do Piauí, exercendo suas atividades na Diretoria do Fórum dos Feitos da Fazenda Pública.


O futebol na literatura

1990 – Curiosidades e Recordes do Futebol Brasileiro

2000 – Fried versus Pelé (com Orlando Duarte)

2001 – Rivengo: o clássico do século

2003 – Almanaque do Futebol Piauiense 2002

2005 – Piauí: 100 anos de futebol

2014 – Memória do Futebol Piauiense 1

2015 – Memória do Futebol Piauiense 2

2017 - Memória do Futebol Piauiense 3

2018 - Memória do Futebol Piauiense 4

2018 - Memória do Futebol Piauiense 5

2019 - Memória do Futebol Piauiiense 6

2020 – Memória do Futebol Piauiense 7

2021 – Memória do Futebol Piauiense 8

2022 – Diário do Rei: as datas na história do maior futebolista de todos os tempos

2023 – Memória do Futebol Piauiense 9

2024 – Letras da Bola: os primeiros passos da Academia Brasileira de Letras do Futebol

2025 - Dicionário Buim das Músicas de Futebol: a discografia brasileira que une duas paixões



terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Cadeira n° 18

PATRONO

MAX VALENTIM (Affonso Várzea, Rio de Janeiro-RJ, 1897 – Rio de Janeiro-RJ, 1983) – Max Valentim era o pseudônimo de Affonso Várzea, respeitado jornalista e observador da técnica do futebol, tornando-se um ícone do tema na época. Além de sete livros com o tema futebol, escreveu cerca de 20 livros sobre Geografia. Os Segredos do Futebol, publicado em 1931, foi a sua estreia na literatura do esporte das multidões. Depois vieram Vocabuláro Futeboleiro (com Antenor Nascentes e Jacques Raimundo), de 1938; O novo Código de Futebol: Comentários, de 1939; O futebol e sua técnica, de 1941; O futebol e sua técnica: domínio de bola, de 1958; e Regras oficiais de futebol: ilustradas e comentadas, de 1963. (Fonte: Bibliofut, de Domingos Antônio D’Angelo e Ademir Takara).


MEMBRO FUNDADOR


CARNEIRO NETO (Antonio Carlos Carneiro Neto, Wenceslau Braz-MG, 07/07/1948) – A exemplo de Ernani Buchmann, Carneiro Neto também ocupa assento na Academia Paranaense de Letras (Cadeira n° 40). Advogado, cursou o ensino superior na Faculdade de Direito de Curitiba. É jornalista profissional, atividade que exerce desde 1964, quando estreou na Rádio Clube Ponta-­grossense, como repórter esportivo. Seguiu com a carreira de repórter em Curitiba, trabalhando nas rádios Guairacá e Clube Paranaense. Passou em seguida a narrador esportivo, na própria Rádio Clube e em prefixos como Universo, Cultura, Independência, Globo, Cidade e CBN. Foi também comentarista esportivo nas rádios Banda B, CBN e 98 FM. Diretor geral das rádios Clube Paranaense (1977 a 1979), CBN (1997 a 1999) e Banda B (1997 a 1999). Em televisão, trabalhou na TV Iguaçu, TV Paraná, TV Bandeirantes, TV Record e CNT. Também atuou no Jornal da Manhã de Ponta Grossa, O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná, Diário do Paraná, Correio de Noticias de Curitiba, Jornal do Estado e, a partir de 1984, na Gazeta do Povo. Foi presidente da Associação dos Cronistas Esportivos do Paraná e vice-presidente da Associação Brasileira de Cronistas Esportivos. Assessor de imprensa da Secretaria de Estado dos Recursos Humanos do Paraná e assessor jurídico do Tribunal de Justiça do Paraná. Aprovado em concurso público, foi nomeado tabelião titular do 2.º Tabelionato de Protesto de Títulos de Ponta Grossa em 24 de julho de 1985, função que ainda exerce. Desde 2006 é Cidadão Honorário de Curitiba por decreto da Câmara Municipal.


O futebol na literatura

1988 – Jogo limpo: personagens do futebol

1994 - Atletiba – A Paixão das Multidões

1996 - Paraná Clube – O Voo Certo

2003 - Efabulativos do Futebol

2003 - O Campeoníssimo – A Trajetória de Evangelino Neves

2007 - Hélio Alves – O Feiticeiro do Futebol (2007).


segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Cadeira n° 17

PATRONO

ALBA VEIGA MAZZA (Alba Veiga Mazza, Curitiba-PR, 10/11/1949 – Curitiba-PR, 13/05/1996) – Torcedora símbolo do Coritiba, Albinha Mazza, como também era carinhosamente chamada, mesmo paraplégica, não media esforços para acompanhar sua maior paixão. Em 1985, tornou-se uma das primeiras mulheres a entrar para a literatura do futebol, lançando Um Futebol Mais Humano. No Estádio Couto Pereira, uma placa está fixada em sua homenagem.



MEMBRO FUNDADOR

ERNANI BUCHMANN (Ernani Lopes Buchmann, Joinville-SC, 15/08/1948) – Ocupante da Cadeira n° 2 da Academia Paranaense de Letras, Buchmann deixou sua terra natal quando a família se transferiu para Curitiba, no final da década de 1960, formando-se em Ciências Sociais na Turma 1967/1971 da Faculdade de Direito da UFPR. Foi repórter da Rádio Clube Paranaense, revisor da Editora Laudes (RJ) e cronista de inúmeros jornais e revistas, como Correio de Notícias, Folha de Londrina, Panorama, Quem, Atenção, Paraná & Cia., Ideias e Gazeta do Povo, para a qual escreveu, em 2004, com Carneiro Neto e Vinicius Coelho, a série Casos e Acasos do Futebol Paranaense, em 20 fascículos. Trabalhou como produtor e comentarista em emissoras de rádio (Cultura, 96 FM e 91 Rock) e na TV (RIC, Band e SBT/PR). Iniciou carreira em publicidade em 1972, trabalhando no Rio de Janeiro, dirigindo, depois, diversas agências curitibanas, como Exclam, Master e Get Propaganda. Foi diretor executivo da Fundação Cultural de Curitiba e membro dos conselhos de administração da Fundação Teatro Guaíra e do Museu de Arte Contemporânea do Paraná. Ex-professor da PUCPR e do Curso de Pós-Graduação em Marketing da ESIC, foi também coordenador e orientador na pós-graduação na Unicuritiba. Foi presidente do Paraná Clube, conquistando dois títulos estaduais. É membro do Instituto dos Advogados do Paraná e foi vice-presidente da Associação Comercial do Paraná. Recebeu o prêmio de Publicitário do Ano no Paraná, em 1992, Publicitário dos 20 Anos do Prêmio Colunistas Paraná (1986/1996) e Publicitário Latino-Americano (2007) além de outras homenagens.

O futebol na literatura

1987 – Cidades e Chuteiras

1999 – Os Heróis da Liberdade

2002 – Quando o Futebol Andava de Trem (2ª edição em 2004)

2006 – O ponta perna-de-pau

2022 - Copa 42 - O Simbólico Mundial Nazifacista


Cadeira n° 16

PATRONO

SERGIO ORTIZ PORTO (Sergio Ortiz Porto, Soledade-RS, 11/10/1937 – Porto Alegre-RS, 24/01/1988) – Médico pediatra, polêmico, controverso, algumas vezes contestado. Tantas vezes brilhante! Como na autoria de O Sol e o Verde (Movimento, 1982), um dos primeiros romances com o tema futebol em evidência. Como registra o próprio livro, o autor “entendeu que o futebol, na sociedade industrial, é o momento da vivência do presente – e que talvez tenha sido sempre assim. Entendeu, também, que, ao começar uma partida de futebol, o jogo está condicionado por fatores sociais, políticos, econômicos, psicológicos – e até mesmo miliares e culturais”.

MEMBRO FUNDADOR


ZÉ ROBERTO PADILHA (José Roberto Lopes Padilha, Três Rios-RJ, 12/06/1952) - Ponta esquerda revelado pelo Fluminense (RJ), onde ficou de 1971 a 1976. Posteriormente, jogou no Flamengo, Santa Cruz, Itabuna, Marília, Americano, Goytacaz e Bonsucesso. No Tricolor das Laranjeiras, era considerado o "pulmão" do camisa 10 Gérson, o "Canhotinha de Ouro". É coordenador de esportes da Prefeitura de Três Rios (RJ) e jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca (UniCarioca). Assina uma coluna no Entre Rios Jornal.


O futebol na literatura

1985 – Futebol, a dor de uma paixão (republicado em outras duas edições)

2001 – À beira de um gamado de nervos

2008 – Crônicas de um Jogador

2011 – Crônicas de um (ex) jogador

2014 – Arquibaldo, o saudosista

2014 – Crônicas de um Fracasso Anunciado

2017 – Memórias de um ponta à esquerda